sexta-feira, 30 de julho de 2010

Diana Piedade e Rui Unas «Margem Sul State Of Mind»

Grande música...aqui fica pra quem trocou o norte pela margem sul...




quinta-feira, 1 de julho de 2010

"OS Sr enfermeiros não gostam e de trabalhar, visto que a preocupação e sempre viculação e não melhoria no serviço. Em que dia nos portugueses vamos bater com a porta contra enf. medicos e juizes, tres classes sociais que dominam o pais, logo que nao gostem fazem tudo para parar o pais.
SR. enf. o que acham se os bombeiros que prestam serviços INEM fizessem greve, visto grande parte serem voluntarios?
Ou se não Combatessem fogos florestais, urbanos ou industrais?
Esse sim mal pagos e mal amados por muitos, mas que ao contrario de voçes nunca se dignaram a fazer uma greve bem mais merecida que a vossa.
O titulo DRº e ENF. deviam acabar no Pre-hospitalar e passarmos a ter PARAMEDICOS, tal como pais bem mais desenvolvidos(Suiça, EUA)
Mas e a realidade que temos, e ao contrario do que disse outro comentador não vai morrer minguem, afinal esse sr deve ser enf no C.O.D.U. e nunca deve ter estado no socorro dentro da ambulancia. "

http://diario.iol.pt/comentarios/1/sociedade/enfermeiros-ultimas-tvi24-saude-codu-inem/1174409-4071.html

Este foi um comentário escrito por um tal de José Luís acerca da notícia sobre os enfermeiros do CODU. Pois bme...a si sr ou menino José Luís, desejo que nunca tenha que estar internado no meu serviço e que nunca precise da minha ajuda visto que parece achar que a nossa presença é dispensável. Um dia quando tiver que estar internado à noite num serviço desconhecido, a sentir-se muito mal, veremos quem lhe presta apoio em primeiro... Há com cada um...todas as profissões são dignas, até um simples varredor de rua, e todos têm direito a lutar pelo que acham que merecem...agora se alguns não o fazem e deixam-se ficar...disso já ninguém tem culpa...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Praia!!!


Olhem só para este azul!!! Esta foto foi tirada na praia do Creiro, na Serra da Arrábida e poucos quilómetros de Setúbal! Estava um dia magnífico de calor e a água estava uma maravilha!
Pois é...já quase se passaram 6 meses desde que me tornei "sadina" e parece que ainda foi ontem que tive que sair de casa de armas e bagagens para vir trabalhar para uma terra e com pessoas completamente desconhecidas.
Não foram meses fáceis e há dias que a saudade da terra apertam, porque a nossa Casa será sempre onde estão as nossas raizes e espero conseguir um dia regressar lá para aqueles lados. Mas enquanto isso porque não aproveitar uns bons dias de sol numa das muitas praias desta costa :).
Para estragar tudo isto só mesmo o Governo que se lembra de nos tirar o subsídio de férias :p
Para aqueles que ainda andam por aí a procura do seu lugar, não desistam, eu esperei 2 anos mas finalmente e felizmente encontrei um lugar ao sol...e a beira mar/rio :)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Vista sobre a Cidade

Dia enublado mas a vista sobre Setúbal não deixa de ser impressionante! Foto tirada do alto do Castelo de São Filipe.

Por terras de Portugal

Bem...passados uns mesinhos bons cá vim eu parar a terras de Setúbal!!! Cidade de Bocage e de Luísa Todi...
Devo dizer que pra estes lados o transito é um bocado pró caótico!! Continuo sem entender coisas como cedências de passagem a meio das rotundos ou que raio de fixação tem os setubalenses por semáforos!!! Mas enfim, cá nos vamos habituando a essas coisas esquisitas e as paisagens por aqui até são bem bonitas, sobretudo as praias;). Fica aqui um bocadinho da história da cidade:


O topónimo

Desconhece-se a origem do topónimo 'Setúbal'. O topónimo já existe em 'Cetóbriga' (Cetoba ou Cetobra + designação celta brigapara povoação). A exemplo de outras cidades ibéricas e do sul da Europa, o topónimo 'Setúbal' pode estar relacionado com o topónimo do rio que banha a povoação, referido pelo geógrafo árabe Edrisi (Muhammad Al-Idrisi), como denominar-se Xetubre (sendo esta a tese do Prof. José Hermano Saraiva). Seja como for, o topónimo ‘Setúbal’ e a cidade perdem-se no rasto dos tempos.

[editar]
Do Neolítico à Reconquista cristã

Setúbal nasceu do rio e do mar. Os registos de ocupação humana no território do concelho remontam à pré-história, tendo sido recolhidos, em vários locais, numerosos vestígios desde o Neolítico. Foi visitada por fenícios, gregos e cartagineses, que vinham àIbéria em procura do sal e do estanho, nomeadamente a Alcácer do Sal, sendo então o rio navegável até esta povoação.

Aquando da ocupação romana, Setúbal experimentou um enorme desenvolvimento. Os romanos instalaram na povoação fábricas de salga de peixe e fornos para cerâmica que desenvolveram igualmente.

A queda do império romano, as invasões bárbaras, a constante pirataria de cabotagem causaram uma estagnação, senão mesmo desaparecimento da povoação entre os séculos VI e XII. Nomeadamente neste último século, não existem quaisquer registos da povoação, ‘entalada’ entre a Palmela cristã e a Alcácer do Sal árabe.

[editar]
Da Reconquista cristã aos finais do séc. XVI

Alcácer do Sal foi conquistada pelos cristãos em 1217, tendo a povoação de Setúbal sido incorporada e passado a beneficiar da protecção da Ordem de Santiago, momento a partir do qual voltou a prosperar.

Em Março de 1249, Setúbal recebeu foral[3], concedido pela Ordem de Santiago, senhora desta região, e subscrito por D. Paio Peres Correia, Mestre da Ordem de Santiago, e por Gonçalo Peres, comendador de Mértola.

Durante os vários séculos de apagamento da povoação de Setúbal, Palmela e Alcácer do Sal cresceram em habitantes e importância militar, económica e geográfica, fazendo sucessivas incursões no termo de Setúbal, ocupando-o.

Na primeira metade do séc. XIV a povoação de Setúbal, com uma extensão territorial relativamente diminuta, teve de afirmar-se, lutando com os concelhos vizinhos de Palmela e de Alcácer do Sal, já então constituídos, iniciando-se uma contenda entre vizinhos que termina pelo acordo de demarcação de termo próprio em 1343 (reinado de D. Afonso IV), tendo sido construída uma rede de muralhas, que deixam de fora os arrabaldes do Troino e Palhais (bairos antigos).

No século que se seguiu, a realeza e a nobreza de então fixaram residência sazonal em Setúbal. A época dos descobrimentos e conquistas em África trouxe a Setúbal um grande desenvolvimento, tendo D. Afonso V e o seu exército, em 1458, partido do porto de Setúbal à conquista de Alcácer Ceguer. Ao longo do século XV, a vila desenvolveu diversas actividades económicas, ligadas sobretudo à indústria naval e ao comércio marítimo, tirando rendimentos elevados com os direitos cobrados pela entrada no porto.

É dos finais do século XV, princípios do sec. XVI, período de franco desenvolvimento nacional, que data a construção do Convento de Jesus e da sua Igreja, fundado por Dª. Justa Rodrigues Pereira para albergar a Ordem franciscana feminina de Santa Clara, sendo, muito provavelmente, obra arquitectónica do Mestre Diogo Boitaca, o mesmo que se ocupou doMosteiro dos Jerónimos.

É igualmente no reinado de D. João II (que tinha Setúbal como cidade predilecta) que se inicia a construção da Praça do Sapal (hoje Praça de Bocage, ex-líbris da cidade), e a construção de um aqueduto, em 1487, que conduzia a água à vila, obras que foram posteriormente terminadas ou ampliadas por D. Manuel I. Este monarca reformou o foral da vila, em 1514, devido ao progresso e aumento demográfico que Setúbal tinha registado ao longo do último século.

O título de "notável villa" é concedido, em 1525, por D. João III. Foi este título que proporcionou a criação, em 1553, por carta do arcebispo de Lisboa, D. Fernando, de duas novas freguesias, a de São Sebastião e a da Anunciada, que se juntaram às já existentes de São Julião e de Santa Maria.

Em 1580, a vila tomou posição por D. António Prior do Crato, contra a eventual ocupação do trono português por Filipe II de Espanha. É então cercada por tropas espanholas do Duque de Alba, sendo esta localidade dois anos depois visitada por Filipe II, o qual deu ordem de construção do Forte de São Filipe (uma obra de Filippo Terzi).

[editar]
Do séc. XVII à actualidade

Largo da Misericórdia

No séc. XVII, Setúbal atinge o seu auge de prosperidade quando o sal assume um papel preponderante como moeda de troca e retribuição da ajuda militar ao apoio fornecido pelos estados europeus a Portugal durante e após as guerras da Restauração da Independência. Em resposta a este incremento, são construídas após 1640 as novas muralhas de Setúbal, que incluíram novas áreas como a do Troino e Palhais.

Esta prosperidade foi interrompida com o terramoto de 1755, a que se associaram a fúria do mar e do fogo. Foram grandemente afectadas as freguesias de São Julião e Anunciada.

Apenas no Século XIX, Setúbal conheceu o incremento que havia perdido. Em 1860 chegou o caminho-de-ferro, iniciaram-se também as obras de aterro sobre o rio e a construção da Avenida Luísa Todi. É neste século que tem início a laboração das primeiras fábricas de conservas de sardinha em azeite e, em paralelo, ganham fama as laranjas e o moscatel de Setúbal. Ainda em 19 de Abril de 1860 foi elevada a cidade por D. Pedro V.

Durante séc. XX, o florescimento de Setúbal reflecte-se na criação de novos espaços urbanísticos: crescimento da Avenida Luísa Todi, parte da Avenida dos Combatentes e criação dos Bairros Salgado, Monarquina, de São Nicolau, da Conceição, Carmona, do Liceu e Montalvão e no desenvolvimento das indústrias das conservas, dos adubos, dos cimentos, da pasta de papel, naval e metalomecânica pesada.

Setúbal foi elevada, em 1926, a sede de distrito e, em 1975, a sede de diocese


http://pt.wikipedia.org/wiki/Setúbal


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Primeira Escola de Enfermagem Portuguesa

A 8 de Novembro de 1881, o jornal "A Correspondência de Coimbra", noticiava a inauguração da primeira Escola de Enfermagem Portuguesa, em 17 de Outubro desse mesmo ano, nos Hospitais da Universidade de Coimbra.
A Escola, fundada pelo Professor Doutor António Augusto da Costa Simões, dava pelo nome de Escola dos Enfermeiros de Coimbra e, volvidos todos estes anos até à actualidade, acabaria por estar na génese da actual Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC).
A criação desta escola representa um marco importante, decisivo e incontornável, naquele que foi o percurso de construção, evolução e solidificação da Enfermagem enquanto profissão.

Fonte:Apontamentos sobre a obra e o homem que fundou a primeira Escola de Enfermagem de Portugal – António Augusto da Costa Simões, de Lúcia Marlene Macário Lopes e Manuel Alves Rodrigues

Correcção, está na génese da antiga falecida ESEÂF...mas como agora as duas escolas se fundiram uma acaba por partilhar da história da outra.

Um pouco de história: primeiro manual de enfermagem português conhecido


Postilla religiosa e arte de enfermeiros, datada de 1741

A Postilla Religiosa e Arte de Enfermeiros é o primeiro manual de formação em cuidados de enfermagem de que há notícia em Portugal e, nessa medida, deveria ocupar um lugar de relevo na proto-história do ensino das ocupações e profissões de saúde. Não o tem sido por que a obra é praticamente desconhecida (Graça, 2005).

Publicada em 1741, depois do necessário nihil obstat et imprimatur das autoridades civis e religiosas, incluindo o competente parecer do médico da Câmara Real e físico-mor do Reino (vd. Caixa 6, em anexo), é seu autor o Padre Frei Diogo de Santiago, religioso da Ordem Hospitaleira de S. João de Deus.

A obra destinava-se explicitamente à formação dos noviços do Convento de Elvas, "para perfeição da vida religiosa e voto da hospitalidade", sendo apresentada como resultado da experiência do autor em “quarenta anos de Religião” (Do prologo ao leitor. In: Santiago, 1741. iv-vii).


Fonte: http://www.ensp.unl.pt/lgraca/textos173.html

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

De volta

Bem há mais de meio século que não escrevo aqui..prontos não é meio século mas já deve ir perto do meio ano vá...pois é..da última vez que escrevi tinha conseuido o meu primeiro emprego há muito pouco tempo. Agora já estou de saída.
Infelizmente sou mais uma de quem aproveitaram o facto de ser enfermeira para brincar com a nossa profissão. Decidi sair enquanto ainda me resta alguma dignidade e amor pelo que sou, mas saio depois de muita lágrima e muita desilusão.
Agora pela frente tenho novamente o desemprego e ao fim de dois anos de buscas vou continuar a tentar encontrar a minha oportunidade e o meu lugar ao sol. Só espero que nenhum colega nosso seja ingénuo ao ponto que eu fui e não se deixe enganar. Trabalhar sim mas com dignidade e respeito porque asim não vale a pena.
Bem ao menos vou passa a ter mais tempo para actualizar o meu blog:)

sábado, 11 de julho de 2009

Petição ONLINE

Já está pessoal...o principal objectivo foi cumprido...10.000 assinaturas e parece que vão ser um bocadinho mais :)...parabéns a todos os colegas que decidiram entrar nesta luta pela NOSSA Enfermagem, que assinaram a petição e deixaram comentários...

Agora vamos lá ver o que o Sôr Primeiro Ministro e a Sôra Ministra da Saúde vão fazer com este nosso protesto...Não fui autora nem co-autora desta petição mas agradeço a todos os colegas que assinaram e sobretudo MUITO OBRIGADA aos seus autores por esta iniciativa...venham mais ;)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Petição Pública pela carreira de Enfermagem

Já está disponível a PETIÇÃO PÚBLICA ONLINE de apoio à negociação para uma digna e justa nova Carreira de Enfermagem!! (Iniciativa conjunta de vários Sites e Blogs de Enfermagem...)
Dirigido ao Sr. Primeiro Ministro e a Sra.Ministra da Saúde e o objectivo mínimo são 10.000 SIGNATÁRIOS!

Divulguem por favor junto dos vossos contactos de e-mail
e aos colegas de serviço!
Pela Carreira de Enfermagem que teima em continuar em terreno pantanoso.
Estamos fartos de tanto esperar por algo que temos direito desde que somos licenciados!É neste momento que necessitamos de ser UNIDOS!
Juntos pela dignidade, remuneração adequada e justiça que a nossa profissão merece! É agora ou nunca....

TODOS PELA CARREIRA DE ENFERMAGEM!
Fonte: http://www.forumenfermagem.org/forum/index.php?topic=4786.0

Pessoal...toca a unirem-se em luta pela nossa profissão...espero que muitos de vós cliquem neste link e deixem a vossa assinatura :)

Aqui fica o link para a Petição http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=CE2009


Já Somos 1000 Signatários!
Maior Petição de Sempre, feita pelos Enfermeiros!


sábado, 6 de junho de 2009

HOME - O Mundo é a nossa Casa

http://www.youtube.com/watch?v=tCVqx2b-c7U

Recomendo vivamente a qualquer pessoa ver este documentário...se tiver algum tempo do vosso dia livre vejam...vale a pena...não é um documentário qualquer sobre um determinado tema...É O documentário dos documentários...simplesmente espectacular...

terça-feira, 2 de junho de 2009

Tudo ao molhe...e fé em Deus...


Estamos a um mês do terminus dos muitos cursos de enfermagem que há por este país fora...no desemprego um em semi-emprego estão milhares de colegas...daqui um mês sai uma nova fornada de cerca de 3500 maçaricos (nome carinhoso, não se ofendam também já o fui :) )...isto não vos revolta???

Em setembro sou capaz de apostar que as vagas para entrada no curso não terão diminuído nem 1%!!! E durante o curso as escolas sã capazes de "ocultar" aos alunos a verdadeira situação em que estamos..porque sim, parecendo impossível, ainda há futuros colegas que acreditam que isto é um mezito ou dois e depois tá tudo bem...tá tudo bem se tiver uma sorte danada ou se tiver uma cunha daquelas tamanho XXXL...

Mas porque o dinheirinho é muito bom as escolas continuam com a produção em série e agente que se "amanhe" quando sai do curso para esta realidade deprimente...

Só mesmo a fé e esperança é que consegue que continuemos esta luta sem lógica...ai Portugal Portugal....estás mesmo mal!!!!

Gripe A - o ataque continua

Gripe A: OMS admite declarar alerta máximo de pandemia
A Organização Mundial de Saúde (OMS) admitiu esta terça-feira elevar o nível de alerta de pandemia para a gripe A (H1N1) para o nível seis, o mais elevado da escala da organização.
O director-adjunto da OMS, Keiji Fukuda, referiu o facto de «certos países parecerem estar numa fase de transição, passando de contágios de viajantes para contágios dentro das comunidades».
«[Estes países] estão em transição, razão pela qual ainda não declarámos o nível de alerta seis», frisou.
O mais recente balanço da OMS indica mais de 19 mil casos confirmado da gripe A (H1N1) espalhados por 64 países. O número de vítimas mortais ascende a 117.
Portugal contabiliza dois casos confirmados da doença.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dia da Criança


O Dia Mundial da Criança, oficialmente, é 20 de novembro, data que a ONU reconhece como Dia Universal das Crianças por ser a data em que foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança. Porém, a data efetiva de comemoração varia de país para país.

Em Portugal, o dia das crianças é festejado em 1 de Junho, pois o mês de Maio homenageia Maria, mãe de Jesus.

No Brasil, o Dia da Criança é comemorado juntamente com o dia de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, que é um feriado.
O Dia da Criança no Brasil foi criado na década de 1920, por proposta do deputado federal Galdino do Valle Filho. A Câmara aprovou a idéia e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, através do decreto nº 4867 de 5 de novembro de 1924.
Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela decidiu fazer uma promoção em conjunto com a Johnson & Johnson, para aumentar suas vendas, lançando a "Semana do Bebê Robusto", é que a data passou a ser comemorada. Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança para aumentar as vendas de brinquedos.

Albânia - 1 de junho
Alemanha - 20 de setembro
África Central (Congo, República Democrática do Congo, Camarões, Guiné Equatorial, Gabão, Chade, República Centro-Africana, São Tomé e Príncipe) - 25 de dezembro
Angola - 1 de junho
Argentina - segundo domingo de agosto[1]
Armênia - 1 de junho
Austrália - quarta quarta-feira de outubro
Azerbaijão - 1 de junho
Benim - 1 de junho
Bielorrússia - 1 de junho
Bósnia e Herzegovina - 1 de junho
Brasil - 12 de outubro [2]
Bulgária - 1 de junho
Cabo Verde - 1 de junho
Camboja - 1 de junho
Canadá - 20 de novembro
Cazaquistão - 1 de junho
Chile - segundo domingo de agosto
Cingapura - 1 de outubro
Colômbia - último sábado de abril [3]
Coreia do Norte - 2 de junho
Coreia do Sul - 5 de maio
Costa Rica - 9 de setembro
Croácia - 1 de junho

Celebração do Dia das Crianças no Equador
Cuba - terceiro domingo de julho
El Salvador - 1 de outubro
Equador - 1 de junho
Eritreia - 1 de junho
Eslováquia - 1 de junho
Eslovênia - 1 de junho
Espanha - 20 de novembro
Estados Unidos da América - 3 de junho (pode variar de estado para estado)
Estônia - 1 de junho
Etiópia - 1 de junho
Geórgia - 1 de junho
Guatemala - 1 de outubro
Guiné-Bissau - 1 de junho
Honduras - 10 de setembro
Hong Kong - 4 de abril

Hungria - último domingo de maio
Iêmen - 1 de junho
Índia - 14 de novembro
Israel - 9 de abril
Japão:
5 de maio - Meninos
3 de março - Meninas
Laos - 1 de junho
Letônia - 1 de junho
Lituânia - 1 de junho
Macau - 1 de junho
Malásia - 1 de outubro
México - 30 de abril
Moçambique - 1 de junho
Moldávia- 1 de junho
Mongólia - 1 de junho
Montenegro - 1 de junho
Nigéria - 27 de maio
Nova Zelândia - primeiro domingo de março
Paquistão - 20 de novembro
Paraguai - 16 de agosto
Peru - 17 de agosto
Polônia - 1 de junho
República da Macedônia - 1 de junho
República Popular da China - 1 de junho
República Tcheca - 1 de junho
Romênia - 1 de junho
Rússia - 1 de junho
Sérvia - 1 de junho
Sri Lanka - 1 de outubro
Suécia - primeira segunda-feira de outubro
Taiwan - 4 de abril
Tadjiquistão - 1 de junho
Tanzânia - 1 de junho
Timor-Leste - 1 de junho
Trinidad - primeira segunda-feira de outubro
Turcomenistão - 1 de junho
Turquia - 23 de abril
Uruguai - segundo domingo de agosto
Venezuela - terceiro domingo de agosto
Vietnã - 1 de junho

sábado, 23 de maio de 2009

Gripe A (H1N1)


O que é a Gripe A(H1N1)?

A gripe A é uma doença infecto-contagiosa que afecta o nariz, a garganta e a árvore respiratória, provocada por um novo vírus da Gripe, o designado vírus da gripe A(H1N1). Os primeiros casos confirmados desta doença surgiram, inicialmente, em Abril de 2009, primeiramente no México, surgindo depois casos nos Estados Unidos da América e noutros países, em vários continentes.

O que é o vírus da Gripe A(H1N1)?

O vírus da Gripe A(H1N1) é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo, contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da Gripe, numa combinação genética nunca antes observada em todo o Mundo. Há evidência de que este novo subtipo é transmissível entre os seres humanos.

Como se transmite?

A Gripe A transmite-se de pessoa a pessoa, através do contacto com indivíduos doentes, desde os primeiros sintomas até cerca de 7 dias após o seu início, ou do contacto com objectos ou superfícies contaminados pelo vírus. O vírus encontra-se presente nas gotículas de saliva ou secreções nasais das pessoas doentes, podendo ser transmitido através do ar, em particular em espaços fechados e pouco ventilados, quando as pessoas doentes tossem ou espirram no interior desses espaços.
O vírus pode, também, ser transmitido através do contacto das mãos com superfícies, roupas ou objectos contaminados por gotículas de saliva ou secreções nasais de uma pessoa doente, se posteriormente as mãos contaminadas entrarem em contacto com a boca, o nariz ou os olhos.
O vírus pode permanecer activo em superfícies ou objectos contaminados entre 2 a 8 horas.
A lavagem frequente das mãos com água e sabão ou com soluções de base alcoólica e a limpeza de superfícies e objectos com líquidos de limpeza doméstica, permitem a destruição do vírus.

Quais os principais sintomas da Gripe A?
A Gripe A apresenta, na maioria dos casos, uma evolução de baixa gravidade. No entanto, têm sido registadas algumas situações de maior
gravidade que conduziram à morte. Na gripe sazonal, regra geral, as crianças, as mulheres grávidas, os doentes crónicos e debilitados e as pessoas idosas apresentam uma maior vulnerabilidade à doença. Contudo, a Gripe A, na Europa, tem atingido predominantemente os adultos jovens, de ambos os sexos.
Os principais sintomas são semelhantes aos da gripe sazonal:
− Febre
− Tosse
− Dores de garganta
− Dores musculares
− Dores de cabeça
− Arrepios de frio
− Cansaço
− Diarreia ou vómitos; embora não sendo típicos da Gripe sazonal, têm
sido verificados em alguns dos casos recentes de infecção pelo novo
vírus da Gripe A(H1N1).

Maioria dos portugueses satisfeitos com atendimentos nos hospitais

A maioria dos portugueses, cerca de 70 por cento, mostra-se satisfeita com o atendimento nos hospitais. É uma das conclusões de um estudo encomendado pelo Ministério da Saúde, que avaliou a consulta externa, os internamentos e também as urgências.

Apesar das três valências analisadas terem globalmente nota positiva é em relação às urgências que a avaliação dos utentes é mais crítica.

O tempo de espera e o tratamento das reclamações apresentam os valores mais baixos e apesar destas queixas serem comuns aos internamentos e às consultas externas, é nas urgências que os portugueses se sentem menos satisfeitos.

O estudo do Ministério da Saúde analisa dez variáveis e tal como em relação aos pontos mais críticos, também nos mais positivos os resultados são comuns às três valências analisadas.

Nas consultas externas, urgências e internamentos, os utentes atribuem a nota mais alta aos médicos e enfermeiros.

Nesta avaliação promovida pelo Ministério da Saúde aos 63 Hospitais-empresa e do Sector Público e Administrativo (SPA), não foram registados diferenças significativas entre os dois sectores.

Os hospitais SPA apresentam um indíce de satisfação de 76 pontos, já os Hospitais-empresa registam um indíce de 77 pontos.


Sofia Morais

quarta-feira, 13 de maio de 2009

13 de Maio




Num sonho todo feito de incerteza,
De nocturna e indizível ansiedade
È que eu vi o teu olhar de piedade
E (mais que piedade) de tristeza...


Não era o vulgar brilho da beleza,
Nem o ardor banal da mocidade...
Era outra luz, era outra suavidade,
Que até nem sei se as há na Natureza...


Um místico sofrer... uma ventura
Feita só de perdão, só da ternura
E da paz da nossa hora derradeira...


Ó visão, visão triste e piedosa!
Fita-me assim calada, assim chorosa...
E deixa-me sonhar a vida inteira!


Antero de Quental

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Dia Internacional do Enfermeiro


Celebrado a 12 de maio, este dia foi escolhido por ser o aniversário da Florence Nightingale, a mãe da enfermagem, a mulher que lutou pela nossa profissão...



Colegas, que tal seguir os passos desta grande mulher e quem pode amanhã adira à GREVE NACIONAL que se realiza amanhã e juntem-se à manifestação que vai decorrer em Lisboa...eu infelizemente ainda não pertenço ao grupo de profissionais que pode mostrar a este país o quanto fazemos falta mas gostaria de ver esta greve ter resultados e mais visibildade na comunicação social...



12 DE MAIO - DIA INTERNACIONAL DO ENFERMEIRO - DIA DE LUTA


terça-feira, 5 de maio de 2009

Histórias da tradição académica...

Pois é...passa uma pessoa 4 anos por uma escola, por uma cidade, aprende a sua tradição, vive a sua tradição, também deve transmitir essa tradição...por isso, e como estamos em plena queima das fitas de Coimbra, cá vai...




Grito Académico: O grito académico português ou F-R-A ("éfe-érre-á"), acrónimo de Frente Revolucionária Académica, é um grito exuberante lançado pela comunidade académica portuguesa como saudação de honra ou mera manifestação de alegria.
Criado originalmente na academia de
Coimbra como 'arma' de luta política, pensa-se que terá sido dito dito pela primeira vez pelos quintanistas de Medicina, na noite de 26 de Maio de 1938. O grito é composto por vários motes lançados por uma única pessoa, que soletra sucessivamente F-R-A ("éfe-érre-á"), F-R-E ("éfe-érre-é"), F-R-I ("éfe-érre-í"), F-R-O ("éfe-érre-ó") e F-R-U ("éfe-érre-ú") a que respondem as restantes pessoas presentes. Seguidamente, todos entoam uma segunda parte em coro. (Já agora foram os estudantes brasileiros que formaram o partido político FRA e que gritavam as suas iniciais ao manifestarem-se. Um dia após este grito de "guerra" os estudantes responderam todos em coro e a partir daí ficou até aos dias de hoje, e espalhou-se ao resto do país).



Capa e batina: Capa e Batina em Portugal é considerado o uniforme do estudante universitário. Deriva das vestes eclesiásticas e, desde sempre, é composto pela batina e capa. Este facto realça o pioneirismo da Igreja no Ensino. De facto, foi o clero que, até ao século XVIII, teve a primazia do ensino ao povo, no qual a Companhia de Jesus teve papel preponderante a partir do século XV. Hoje em dia o seu uso é regulamentado pela Praxe académica
O traje surgiu em Coimbra como forma de distinguir o foro académico das demais classes e ofícios (além de disinguir quem era estudante, tinha tamém como função não haver distinção entre o estudante pobre e o estudante rico).

Os antigos estatutos da Universidade de Coimbra não obrigavam o uso do traje, mas proibiam, porém, o uso de certas cores e condicionavam alguns traços do corte.
Dos estatutos de
D. Manuel I:
«Não poderão os sobreditos nem outros alguns estudantes trazer barras nem debruns de pano em vestido algum; nem isso mesmo poderão trazer vestido algum de pano frizado; nem poderão trazer barretes de outra feição senão redondos; e assim hei por bem que os pelotes e aljubetes que houverem de trazer sejam de comprido três dedos abaixo do joelho ao menos; e assim não poderão trazer capas algumas de capelo, somente poderão trazer lobas abertas ou cerradas ou mantéus sem capelo; não trarão golpes nem entretalhos nas calças nem trarão lavor branco nem de cor alguma em camisas nem lenços.»



Fitas:O uso da pasta académica só é permitido a partir do momento em que se deixa de ser caloiro e se passa a pastrano: a partir da Queima das fitas do ano da 1ª matrícula na Universidade. Contudo, o aspecto que a ela está mais associado são as Fitas. Estas são impostas ao estudante antes de este iniciar o último ano do seu curso. São oito fitas ao todo, da cor do curso de cada estudante, identificando-o como um Quintanista. Esta tradição remonta a meados do século XIX, quando as pastas eram compostas por duas partes independentes, e que eram mantidas unidas com recurso a estas fitas.



Queima das Fitas:A "Queima das Fitas" tem as suas origens nas celebrações que se faziam aquando o final dos cursos, onde os Finalistas queimavam as suas fitas dentro de um penico. Tal como o "rasganço", aplicado ao traje académico, a "Queima das Fitas" é também um momento de despedida da vida de estudante. Terá sido iniciada em Coimbra, e é actualmente um dos maiores acontecimentos do calendário académico, em todas as cidades universitárias do país.
Serenata Monumental:Por serenata entende-se, normalmente, um concerto vocal ou instrumental executado de noite, ao ar livre, dirigido, directa ou indirectamente, a uma mulher. Noutra acepção esta palavra pode representar, também, composições musicais ligeiras para concerto, com um ou vários andamentos, a serem executados tanto ao ar livre como em recinto fechado. Estas peças foram muito divulgadas pelos compositores do século XVIII. Em qualquer dos casos a mulher assume posição crucial na temática das composições. A Serenata de Coimbra enquadra-se nesse espÍrito, se bem que o termo serenata aqui não represente o género da composição que se toca ou canta, mas sim simbolize toda uma manifestação artÍstico-sentimental, ou melhor, todo um acto romântico. Nele o estudante, por meio da sua voz ou da de outrem (nem todos têm o privilégio de cantar bem), acompanhado por instrumentos de corda (hoje limitados à guitarra e à viola), exprime os seus sentimentos à moça eleita. Esta manifestação, feita através de pequenas e simples composições musicais, com caracterÍsticas melódicas bastante dolentes, é sempre executada de noite, tendo como tecto a abóbada celeste. A Serenata é a afirmação de uma certa predisposição que sempre se notou nos estudantes de Coimbra para cantar de noite os poemas que dedicavam à mulher por eles amada. E Coimbra foi sempre pródiga em gerar poetas; não fosse a sua Universidade fundada pelo Rei Trovador! Enfim, tudo se resume na frase que um dia alguém disse: "quando o prÍncipe é poeta, todos fazem trovas." A Serenata é hoje considerada como o "ex-libris" do livro de amor que se intitula: Coimbra.

Em conclusão, como diz a velhinha letra "Coimbra é uma lição, de sonho e tradição..." ou então...

"Oh Coimbra da Saudade,

Olha o sol que se põe,

Estas tão bela esta tarde,

Fazes esquecer minha dor." (TEC- Tuna da Enfermagem de Coimbra)

E este lema é bem verdade "Coimbra é nossa, Coimbra é nossa, Coimbra é nossa e há-de ser, Coimbra é nossa e há-de ser, Coimbra e nossa até morrer!!!!"

Saudades...

Dia da Mãe

Ena pá...o dia da mãe já foi há três quinze dias e ainda não coloquei nada no meu fórum em homenagem às mães...é o que dá pertencer ao mundo dos trabalhadores...não se tem tempo pra nada :)...mas como mais vale tarde que nunca aqui fica mais uma pouco de história!!


O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todo Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.
Em
Portugal, o Dia das Mães é celebrado no primeiro domingo de Maio. Já no Brasil, é celebrado no segundo domingo de Maio, conforme decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas.
Em
Israel o dia da mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o dia da família em Fevereiro.